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Un regime alimentare iperproteico ti permette di avere un dimagramento in tempi rapidi, stravolgendo i normali canoni di alimentazione corretta in cui la ripartizione dei nutrienti corrisponde ad un 40% di carboidrati, 30% di proteine e 30% di grassi.

La lista della spesa di una dieta iperproteica è ricca di alimenti che ti permettono di bruciare le riserve di grasso in maniera molto rapida e veloce e sono:

  • latticini magri come formaggio spalmabile light e ricotta magra
  • affettati magri come bresaola, prosciutto di pollo e tacchino
  • Esempio di Menu Dimagrante Iperproteico

    Vediamo un menu giornaliero da prendere come esempio per una classica dieta iperproteica da intraprendere per pochi giorni, utile per dare una smossa al metabolismo, dove si eliminano i carboidrati spingendo l’organismo alla chetosi. Piatti Dietetici: Fai il Pieno di Proteine

    Colazione: una tazza di latte scremato e caffè + 1 yogurt magro

    Pranzo: straccetti di tacchino con aceto balsamico e funghi

    Merenda: cappuccino di latte scremato o 1 yogurt magro

    Esempio di Menu Dimagrante di Mantenimento

    Una volta terminato il primo periodo di sole proteine è possibile iniziare ad aggiungere anche altri alimenti come le verdure e la frutta.

    Colazione: una tazza di latte scremato e caffè + 1 yogurt magro alla frutta

    Pranzo: insalata di pollo alla griglia + 1 fetta di pane integrale

    Merenda: 1 barretta ai cereali e fibre

    Cena: pesce al cartoccio con zucchine e pendolini + broccoli al vapore + 1 fetta di pane di segale

    In questa dieta gli aspetti positivi a mio avviso ci sono, ma solo il regime iperproteico viene utilizzato come primo step ideale per dare una scossa al metabolismo, per poi iniziare una dieta equilibrata di mantenimento.

    I benefici di una dieta ricca di proteine, ma che non esclude a priori nessun gruppo alimentare sono:

    Controindicazioni e rischi

    Il primo rischio di un’eliminazione quasi totale di frutta, verdura e di carboidrati per un periodo di tempo troppo lungo è a livello metabolico. Mangiare solo proteine favorisce la sindrome del peso ballerino o yo-yo, che ti fa perdere peso velocemente e te lo fa riprendere non appena torni a mangiare i carboidrati.

    Una dieta completamente priva di carboidrati non è un modo sano e duraturo per perdere i chili di troppo, perché prima o poi è inevitabile avvertire il bisogno di tornare a mangiare pasta, pane, frutta e verdura e generalmente quando si torna ad un’alimentazione più normale, con lei tornano anche tutti i chili persi.

    L’eliminazione totale dei carboidrati rende il corpo affamato e sempre alla continua ricerca di cibo da trasformare il grasso ed è per questo motivo che si tende ad accumulare più peso una volta terminata la dieta monotenatica.

    Smettendo di mangiare carboidrati i reni vengono nessi a dura prova e grazie alla formazione di corpi chetonici tossici ed è possibile avvertire senso di nausea e malessere.

    Gli svantaggi ed i rischi a cui puoi andare in contro con questo tipo di dieta non sono pochi:

  • affaticamento del fegato e dei reni per smaltire i corpi chetonici
  • Recentemente, vi uma edição de uma revista famosa que aborda assuntos e dicas sobre saúde (porém, sem embasamento científico) e uma das matérias era “Proteína da vez: seca barriga” que aborda a inclusão da proteína no cardápio de quem deseja perder peso. Ao longo do texto, é mencionado brevemente a respeito da recomendação da ingestão proteica, sendo de 1 g de proteína por kg de peso corporal para pessoas sedentárias e 1,4 a 1,8g de proteína por kg de peso corporal para praticantes de atividade física. Dessa maneira, uma mulher sedentária, pesando 55 kg, deve consumir 55 g de proteína por dia. No entanto, a matéria induz o leitor a consumir um cardápio com quantidade acima da recomendação de proteínas e contendo apenas 1100 calorias, além de não considerar a individualidade bioquímica dos indivíduos.

    Um dos equívocos da população é a busca por soluções fáceis e rápidas para perder e manter o peso, obtidas por meio de uma alimentação restritiva, ou seja, deficiente em carboidratos, lipídios e, principalmente, vitaminas e minerais.

    Existem vários tipos de Dieta das Proteínas, sendo as mais famosas a do Dr. Atkins e a de South Beatch, com algumas diferenças entre elas, entretanto com o mesmo objetivo: a ingestão de alimentos ricos em proteínas e gorduras, cortando carboidratos de qualquer tipo – embora, a Organização Mundial da Saúde faz sérias restrições a ingerir gordura e proteína em excesso. A recomendação mais recente é limitá-las a entre 20 e 30% das calorias diárias.

    A proteína é um macronutriente formado a partir de vários aminoácidos unidos entre si. As principais fontes alimentares são de origem animal, ou seja, carnes, ovos, leite e derivados. O excesso de proteínas na alimentação, levam estas a se transformarem em gordura, e também causam um aumento de substâncias tóxicas ao organismo (amônia).

    Outro fator relevante ao analisar a dieta das proteínas, é o fato de que o cérebro utiliza os carboidratos como fonte de energia, e, na falta destes, o corpo promove uma série de reações, onde o pâncreas libera o hormônio glucagon, para que este aja no tecido adiposo (na gordura depositada no organismo) e assim no fígado este tecido é transformado em glicose. Bom, se estamos queimando gordura corporal, vamos emagrecer com essa dieta, não é mesmo? Sim, é verdade, a dieta fará perder peso. Mas, outro problema desta dieta é que quando apenas a gordura é utilizada é quebrada para fornecer energia para o cérebro, surgem substâncias chamadas de corpos cetônicos no organismo e o indivíduo entra em estado de “cetose”. Isto é, o indivíduo elimina muito destes corpos cetônicos pela urina (cetonúria) e também pelo ar expirado o que causa um forte mau hálito. O excesso de corpos cetônicos no organismo podem provocar intoxicação. Além disso, a falta de glicose no organismo, em casos bem avançados, pode levar a um coma, que ocorre com muitos diabéticos.

    Os opositores alegam ainda que muito do que se perde com esse cardápio hiperprotéico é água, e água a gente recupera fácil. Entenda: cortar os carboidratos ajuda a desinchar, por conta de insulina, responsável pela retenção de sódio e líquido, ou seja, pelo inchaço. Além disso, por ingerir muita proteína, junto com a água lá se vão na urina sais minerais, como cálcio e potássio. Daí vem o risco de cãibras, pela carência desses minerais, e enfraquecimento dos ossos, por carência de cálcio, além de ser pobre em vitaminas, minerais e fibras porque faltam frutas e verduras. A médio e longo prazo, o organismo pode ficar desnutrido e mais vulnerável a doenças. O perigo para as artérias persiste, já que mais da metade das calorias de uma refeição típica da dieta é gordura saturada (de origem animal), que se transforma em colesterol e entope as artérias. E mais: comer proteínas demais pode sobrecarregar os rins.

    Poucos dias após o início de uma dieta da moda, como é o caso da dieta rica em proteínas, o corpo já mostra sinais de estresse: desidratação, hipoglicemia, vômitos, diarreia e dores de cabeça são os sintomas mais comuns. Mesmo assim, muitas pessoas persistem com o plano alimentar, o que aumenta o risco de novas complicações. Estudos apontam que até 59% dos indivíduos que seguem a dieta da proteína tiveram aumento dos níveis de colesterol no sangue. Além disso, outros efeitos foram observados, tais como cálculo renal, infecções recorrentes, hepatite, pancreatite aguda, osteopenia e anemia por deficiência de ferro, podendo chegar até ao óbito.

    Além de uma dieta com excesso de proteínas, a reportagem também apresenta um cardápio extremamente insuficiente em calorias para suprir a necessidade energética, de vitaminas e minerais de um adulto, o que agrava ainda mais um possível quadro de deficiência, bastante comum entre a população brasileira e, não raro, entre indivíduos com alteração do peso.

    Deve-se considerar também, que ao fazer esse tipo de dieta restritiva, quando a pessoa volta a se alimentar normalmente pode exceder a quantidade de carboidratos na alimentação, devido ao tempo que ficou privada destes, e acaba engordando mais que antes da dieta.

    Ainda, de acordo com o conceito de individualidade bioquímica proposto pela Nutrição, cardápios prontos estão fadados ao fracasso. Cada indivíduo possui suas hipersensibilidades alimentares, carências nutricionais, aversões e intolerâncias, devendo, portanto, haver uma dieta específica para tratar os desequilíbrios nutricionais de cada paciente.

    Assim, não inicie dietas de outras pessoas ou que você leu em revistas. Procure um profissional capacitado, que irá propor o melhor plano alimentar para você.

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    Spesso si decide di fare una dieta per perdere peso (tanto o poco che sia), ma poi una volta raggiunto l’obiettivo, è facile lasciarsi andare e ritornare alla situazione iniziale. Affidandosi a diete che ti fanno dimagrire velocemente, senza imparare uno stile alimentare corretto, si rischia di dimagrire e poi ingrassare altrettanto velocemente , rischiando di alterare il metabolismo del nostro corpo e rendendo così inefficaci ulteriori diete. Inoltre perdere peso troppo velocemente senza attività fisica costante comporta la perdita di massa “magra” (muscoli) e non della massa “grassa” (grasso) rendendo cosi il proprio corpo menu tonico.

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    Dimagrire con una dieta non significa rinunciare al cibo e seguire un’alimentazione monotona e senza gusto, ma imparare a mangiare meglio riducendo alimenti ricchi di grassi e dando spazio ad alimenti gustosi ma più salutari.

    La dieta proposta è una dieta equilibrata, studiata per essere facilmente seguita ma allo stesso tempo per raggiungere il tuo peso forma.

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    CENA: A estas horas podremos disfrutar de dos platos. El primero siempre será una sopa o puré de verduras. Y de segundo elegiremos entre carne, pescado o huevos. Se acabaron los fritos y las noches de envasados y comida basura para sacar del armario la plancha o la olla para hervir.

    Como toda dieta, la disociada bien explicada incluye unas ventajas e inconvenientes. Además de contar qué podemos comer de una forma estructurada, también informa sobre sus pros y contras. Pues hay que tener en cuenta todos los factores, tanto positivos como negativos para poder tomar la decisión de someterse a una dieta de la forma más objetiva posible y siempre con la supervisión de un profesional.

    Como vemos, una de las principales ventajas es que no se trata de una dieta muy sacrificada, ya que puedes comer casi de todo. Pero de esta ventaja sale el primer inconveniente, en lo relativo a la bebida están prohibidos los refrescos y el alcohol. Otro de sus lados positivos es que puedes comer tanto como quieras, en cuanto a cantidades se refiere. No obstante, como toda norma tiene su excepción.

    Resulta que al no estar estipulado cuántos gramos de proteínas, frutas, verduras, grasas y carbohidratos debemos ingerir al día, podemos crear un cierto desarreglo nutricional. Para ello, siempre-siempre-siempre combinaremos la ingesta de hidratos de carbono con la de proteínas, verduras y fruta. Así que despediros de tratar de ser aventureros y dedicar cada día de la semana a un único grupo de alimentos, en lugar de jugar a la aventura vamos a jugar a experimentar, cuántas combinaciones buenas nos pueden salir si mezclamos los alimentos de la manera correcta.

    Por esta misma razón no es aconsejable seguir esta dieta durante un tiempo prolongado sin una supervisión médica. Es por ello, que se recomienda no hacer la dieta disociada durante más de 30 días seguidos. Es más, si lo hacemos bien y no dejamos de hacer ejercicio de forma moderada como dar paseos con ritmo alegre, puede que con tan sólo siete días perdamos esos 3-4 kilos de más. Eso sí, ya sabemos los riesgos que implica perder peso en tiempo récord.

    Volver a nuestra alimentación desequilibrada habitual favorecerá con total seguridad la pronta recuperación de lo perdido. Así que, habrá que intentar combinar el ejercicio físico con el ejercicio nutricional de comer más sano dejando de lado, el alcohol, los fritos y los productos grasientos como son la bollería, los embutidos, los quesos, etc.

    No quiero terminar el post sin dejaros un caramelito para que empecéis a tope con esta dieta. Disfrutad del chocolate ya que no hay restricción.

    OJO: siempre en su justa medida y que no os de por comer chocolate con frutos secos, chocolates con frutas incompatibles… Siempre con cabeza pero disfrutando.

    Y para finalizar un riquisima receta de chocolate para disfrutar de una tarde de chocolate, sofá y peli con la dieta disociada.

  • ​80 gramos de cacao puro en polvo ( el que más te guste)
  • ​50 gramos de edulcorante (puede ser fructosa, stevia. )
  • 40 gramos de harina de trigo ( la cantidad en este aspecto es aproximada ya que depende de la harina que utiliceis puede espesar más o menos y tengáis que añadir un poco más).
  • ¿Has visto? Lo prometido es deuda, al final el hecho de llevar a cabo bien, o no, la dieta disociada reside en tener una serie de pautas claras con el objetivo final de que todo el camino que recorres a lo largo de este viaje, que es perder peso, no se convierta en un calvario y que esa fuerza de voluntad que tienes a la hora de empezar una dieta no caiga en saco roto.

    Ya sabes que esta dieta disociada además es de corta trayectoria y piensa que es el inicio de un largo aprendizaje para comer bien, combinando todos los alimentos. Y lo mejor de todo, es combinar los que más te gusten.

    Otras dietas que también te pueden interesar:

    A continuación os dejamos el seguimiento que le hizo un médico nutricionista a una paciente que quería llevar a cabo la dieta disociada. Se muestra un breve documental MUY interesante que os ayudará a saber con exactitud cuáles son las pautas a seguir. ¡Disfrutadlo que vale la pena! 😉

    La dieta proteica consiste básicamente en consumir alimentos con un alto contenido en proteínas y bajos en contenido de hidratos de carbono y en los últimos años se han hecho muy populares presentándose como una manera efectiva para adelgazar.

    En ellas entre el 30% o el 50% de las calorías totales consumidas provienen de las proteínas y proponen una ingesta superior de ella de lo que algunas instituciones y organismo de salud aconsejan en el consumo diario que por otra parte son un grupo de alimentos totalmente imprescindible para reparar los tejidos del cuerpo y conseguir su óptimo mantenimiento.

    Las proteínas del cuerpo humano se componen de unos 20 aminoácidos de los cuales 9 son aminoácidos esenciales y estos se consideran esenciales porque el cuerpo no los puede producir por si mismo y necesita obtenerlos por medio de la alimentación.

    Dentro de las proteínas se distinguen dos grupos, las proteínas animales y las vegetales. Las animales tienen un valor biológico superior porque se tratan de proteínas completas al contener los 9 aminoácidos esenciales mientras que las proteínas vegetales presentan un menor valor biológico al no ser proteínas completas y algunas de ellas solo contienen uno o dos aminoácidos esenciales.

    Las proteínas de origen animal más conocidas son los huevos, los lácteos, las carnes y los pescados y si hablamos de las vegetales las más completas son el tofu, los granos, los frijoles, el arroz o el maíz que en algunos países por su cultura culinaria se suelen complementar en la misma comida para así poder cubrir las necesidades de aminoácidos esenciales del cuerpo humano.

    Los aminoácidos que no son esenciales no se acumulan en el cuerpo y se dividen en enzimas destinando su parte de nitrógeno a los riñones y por lo tanto acaba siendo expulsada a través de la orina mientras que el resto se convierte en glucosa para usarse posteriormente como fuente de energía o ser almacenada como glucógeno en los músculos del cuerpo.

    En una dieta proteica también se consumen una cantidad importante de grasas procedentes de las grasas saturadas y grasas insaturadas. Por su parte las grasas saturadas son las que elevan el colesterol malo y las insaturadas son las grasas saludables que ayudan a regular el colesterol.

    En una dieta proteica se consigue bajar de peso rápido pero hay que tener en cuenta que esa mayor pérdida de peso se consigue debido a la pérdida de agua debido al estado de cetosis que se produce en el cuerpo. Cuando el cuerpo ha agotado sus reservas de glucosa comienza a quemar grasa pero también se pierde líquidos ya para utilizar la grasa como energía libera cuerpos cetónicos y agua expulsados en la orina.

    Si en una dieta proteica se consume más grasa almacenada de la normal los cuerpos cetónicos o las cetonas se acumulan en la sangre y esto es causado por privar al organismo de los carbohidratos durante largos periodos de tiempo y conlleva a que se produzca una acumulación de las cetonas y desequilibrios en el metabolismo que pueden llegar a perjudicar la salud y concretamente algunos órganos como los riñones. De ahí que sea recomendable hacer este tipo de dietas altas en proteínas y bajas en carbohidratos con la previa aprobación de un médico nutricionista.

    Los cuerpos cetónicos hacen que el apetito se reduzca considerablemente aunque también es cierto que es las al consumir una gran cantidad de grasas para acompañar a la proteína en la dieta, estas contienen un mayor número de calorías y ello no supone dejar al cuerpo desnutrido pero en cambio si implica una mayor pérdida de peso en el proceso de lo que supone hacer una dieta baja en calorías o una dieta hipocalórica.

    Por lo tanto en una dieta proteica el cuerpo deja de obtener la energía que necesita para funcionar de los carbohidratos y comienza a obtenerla de las reservas de grasa y este es la clave para que tantas personas escojan las dietas proteicas para adelgazar.

    En toda dieta de proteínas o dieta proteica hay unos alimentos proteicos comunes y los describimos a continuación mostrando además el valor de proteína que contienen por cada 100 gr de alimento :

  • Filete de ternera: Contienen entre 28 y 35 gr
  • Hamburguesa de carne magra: Contiene unos 25 gr
  • Rodaja de atún en filete: Tiene 30 gr de proteína por cada 100
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    En un estudio, varios participantes perdieron una media de 10 kilos en un período de 12 semanas. Ten en cuenta que sólo se añadían proteínas a la dieta, no se restringía nada más.

    Aunque los resultados no siempre son tan claros, la mayoría de los estudios muestran que las dietas altas en proteínas conllevan una pérdida de peso significativa (25).

    Una ingesta de proteínas alta también se asocia con menos grasa abdominal, que se acumula alrededor de los órganos y causa enfermedades (26, 27).

    Dicho esto, perder peso no es el factor más importante, si no mantenerlo a largo plazo. Muchas personas pueden hacer dieta y bajar de peso pero la mayoría terminan recuperando el peso perdido (28).

    Curiosamente, una mayor ingesta de proteínas también puede ayudar a prevenir la recuperación del peso. En un estudio, un modesto aumento en la ingesta de proteínas (de 15 a 18% de las calorías) redujo la recuperación de peso en un 50% (29).

    La pérdida de peso no siempre equivale a una pérdida igual de grasa. Cuando se pierde peso, la masa muscular tiende a reducirse también.

    Sin embargo, lo que realmente queremos perder es grasa, tanto grasa subcutánea como grasa visceral. La pérdida de músculo es un efecto secundario de la pérdida de peso que buscamos.

    Otro efecto secundario de la pérdida de peso es que la tasa metabólica tiende a disminuir. En otras palabras, se terminan quemando menos calorías de las que quemabas antes de perder peso. Puede equivaler a varios cientos de calorías menos quemadas cada día (30, 31).

    Comer gran cantidad de proteínas puede reducir la pérdida de masa muscular, lo que debería ayudar a mantener tu tasa metabólica más alta a medida que pierdes grasa corporal (32, 33, 34, 35, 36).

    El entrenamiento de fuerza es otro factor importante que puede reducir la pérdida de músculo y la desaceleración del metabolismo cuando pierdes peso (37, 38, 39).

    Por esta razón, una dieta proteica y entrenamiento de fuerza son básicos para un plan de pérdida de grasa eficaz.

    La cantidad diaria recomendada de proteína es de sólo 46 gramos para la mujer y de 56 gramos para el hombre.

    Esta cantidad puede ser suficiente para prevenir la deficiencia pero todavía está lejos de ser óptima si estás intentando perder peso o ganar músculo.

    Según varios estudios, ingerir un 30% de calorías procedentes de proteínas parece ser muy eficaz para la pérdida de peso.

    Aumentar la ingesta de proteínas es fácil. Sólo debes comer más alimentos ricos en proteínas.

    Si estás siguiendo una dieta baja en carbohidratos, puedes elegir cortes grasos de carne. Si no estás siguiendo una dieta baja en carbohidratos puedes elegir las carnes magras.

    Tomar un suplemento de proteína también puede ser una buena idea si buscas alcanzar tu ingesta óptima de proteínas. El suero de proteína de leche ha demostrado tener numerosos beneficios, incluyendo una mayor pérdida de peso (40, 41).

    Hoy voy a hablaros de la dieta proteica Cormillot.

    El Dr Alberto Cormillot es un conocido médico dietista de Argentina que viene trabajando hace muchos años en la alimentación equilibrada y las dietas para adelgazar.

    En su clínica atiende casos de obesidad mórbida donde los pacientes se internan para recibir diferentes tratamientos.

    Ha escrito varios libros sobre el tema y posee una página web y un progre televisivo que además de consejos para adelgazar propone recetas sanas y bajas en calorías.

    La institución llamada ALCO está formada por grupos que brindan tratamiento integral al problema del sobrepeso y la obesidad a través de dieta, ejercicio físico y terapia psicológica.

    Según el Doctor Alberto Cormillot para muchas personas que desean bajar de peso el primer paso es sencillo ya que simplemente comienzan a comer menos, pero en otros casos esto no es suficiente ya sea porque la dieta no es equilibrada o porque pierden algunos kilos pero rápidamente los recuperan.

    Mucha gente se dedica al mundo de la belleza porque les gusta y porque pueden sacar un buen rendimiento económico.

    La dieta proteica Cormillot propuesta por el médico tiene como objetivo hacer que el metabolismo funcione a pleno y de esta forma eliminar el tejido adiposo y a diferencia de las tradicionales dietas hipocalóricas que se basan principalmente en reducir las calorías a través de la disminución del consumo de grasas, proteínas y azúcares, esta dieta reduce solo el consumo de hidratos de carbono, mientras que el azúcar será suprimida totalmente durante la dieta.

    De esta forma es posible cambiar el comportamiento metabólico, dado que al no haber aporte de azúcares ni grasas el organismo forzosamente deberá recurrir a sus reservas para tener energía.

    La dieta proteica de Alberto Cormillot aconseja entonces comenzar con un plan proteico de un día. El mismo estará integrado por alimentos ricos en proteínas y esto será utilizado para incentivar el metabolismo precisamente en el momento en que se ha llegado a un estado de inactividad en el descenso de peso.

    Esta dieta no debe realizarse más de una vez por semana y de todas maneras es conveniente consultar con el nutricionista en cada caso particular.

    Como siempre te decimos en este blog lo más importante es que siempre consultes a tu nutricionista o médico habitual, porque la salud es importante y hay que ser precavidos.

    Te aseguramos que con este plan adelgazarás mucho más que con ningún otro que puedas ver en televisión o revistas.