sudare sulla pancia fa dimagrire

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Baseado nos resultados dos indicadores biológicos NPR e PER utilizados neste experimento, foi concluído que, a ração consumida foi suficiente para promover o crescimento e a sua manutenção de forma satisfatória, sendo capaz de permitir a recuperação dos animais.

Entretanto, a adição da multimistura e do pó de folha de mandioca, com base no indicador biológico PERm, não causou impacto sobre a qualidade da ração Quissamã não tendo melhorado sua capacidade de recuperar a desnutrição. Ressalta-se a importância da realização de mais estudos para justificar o uso na alimentação humana destes alimentos não convencionais.

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Recebido para publicação em 28 de junho de 1999 e aceito em 22 de fevereiro de 2000.

(1) Departamento de Nutrição e Dietética, Faculdade de Nutrição, Universidade Federal Fluminense. Estrada Caetano Monteiro, 601, Rua 2, Lote 3, Condomínio Ubá VIII, Pendotiba, Niterói, RJ, Brasil. Correspondência para/Correspondence to: G.T.Boaventura. E-mail: gibsontb@gbl.com.br

(2) Nutricionistas, Faculdade de Nutrição, Universidade Federal Fluminense.

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Av. John Boyd Dunlop, s/n. - Prédio de Odontologia

Al contrario de lo que se cree, al comer alimentos sanos con mayor frecuencia diaria, el metabolismo se ve forzado a trabajar y, por ende, a quemar más calorías. Pero hay que saber elegir lo que comemos…

Varios estudios confirman los beneficios de realizar comidas más frecuentes a lo largo del día, en especial para las personas con problemas de peso. Sin embargo, tanto aquellas con sobrepeso como con peso normal obtienen ventajas con esta modalidad. Dichas investigaciones comprobaron que el consumo irregular de alimentos de bajo valor nutricional como golosinas, papas fritas, galletas y gaseosas -el denominado “picoteo no saludable”- es cada vez más común en niños. Se concluyó que ese hábito pudo haber contribuido, junto a otros factores, al aumento de la incidencia de enfermedades crónicas no transmisibles como obesidad, diabetes y las cardiovasculares que se observan a nivel global a edades cada vez más tempranas.

La importancia de las 6 comidas diarias

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Constituidas por mezclas en las que predomina un determinado tipo de nutriente. Se incluyen, en este grupo, los suplementos proteicos y los polivitamínicos o minerales. Este tipo de preparaciones no deben utilizarse como único aporte nutritivo del paciente, al ser nutricionalmente incompletas.

4. 1. 3. Fórmulas modulares, constituidas por un solo nutriente

Los módulos más utilizados como suplementos son los de proteínas en polvo y los de triglicéridos de cadena media, en forma de aceite. Los suplementos y módulos de proteínas están indicados en dos situaciones: a) cuando el paciente rechaza o no tolera los alimentos protéicos (carnes, pescados, huevos y lácteos), pero mantiene una ingesta calórica adecuada, y b) en las fases de hipercatabolismo. La presencia de hipoproteinemia no indica, necesariamente, la necesidad de suplementación proteica; en muchas ocasiones es un signo de desnutrición crónica que debe tratarse adecuando, equilibradamente, la dieta. Los concentrados de proteínas en polvo permiten aumentar el valor proteico de alimentos pastosos, como sopas, triturados o papillas, y resultan muy útiles en pacientes anoréxicos puesto que no aumentan, significativamente, el tamaño de la ración.

La correcta prescripción de un suplemento, exige el considerar individualmente, en cada caso, las necesidades nutritivas y el grado de ingestión espontánea. La valoración de este último debe ser objetiva, considerando la proporción que realmente se ingiere de una dieta de composición conocida, en un intento de detectar posibles déficits, sus causas, y proporcionar, al mismo tiempo, una orientación sobre la necesidad y el tipo de suplemento que se debe administrar.

La ventaja de los suplementos nutricionales, frente al aporte de una cantidad superior de alimentos naturales, se basa en su presentación. Por una parte, las fórmulas líquidas o los concentrados en polvo, son fáciles de ingerir y, en general, son bien aceptados; por otra, el paciente los suele identificar como un medicamento, incorporándolos a su pauta terapéutica, obteniendo de esta forma un mejor cumplimiento. Sin embargo, los suplementos , sobre todo los energéticos, tienen como desventaja un importante poder de saciedad, lo que puede provocar una reducción en la ingestión de los alimentos de la dieta.

4. 2. MEZCLAS NUTRICIONALES PARA NUTRICIÓN ENTERAL

En cuanto a la Nutrición enteral propiamente dicha, las mezclas de alimentos naturales triturados han dejado prácticamente de utilizarse para dar paso a las fórmulas de preparación industrial, cuyas posibilidades de aplicación se han ampliado, considerablemente, en los últimos años, gracias al desarrollo de nuevas formulaciones y a los avances tanto en las técnicas de abordaje del sistema digestivo, a través de sondas, como en la fabricación de materiales para su administración.

La disponibilidad actual, en estos campos, ofrece una gran gama de posibilidades para poder nutrir al paciente por vía digestiva en situaciones que, hasta hace poco tiempo, requerían un aporte parenteral, evitando los efectos adversos ocasionados por la ausencia de sustratos nutritivos sobre las mucosa intestinal. La utilización de estos preparados tiene como ventajas que su composición nutritiva se encuentra perfectamente delimitada, y su homogeneidad y fluidez permiten la administración a través de sondas de pequeño calibre (más confortables y con menores complicaciones que las gruesas). Otras ventajas son las derivadas de la reducción de los problemas de contaminación microbiológica de la fórmula y la adaptación a los diferentes grados de capacidad digestiva o metabólica.

Las dietas enterales se pueden clasificar en función de diferentes variables (Tabla 4). Según el equilibrio nutricional, o más específicamente, el contenido proteico, las dietas pueden ser normoproteicas, hiperproteicas y especiales. En las primeras, la proporción de proteínas es similar a una dieta equilibrada, constituyendo un 12-18% del valor calórico total y con una relación calorico-nitrogenada en torno a 120-150 kcal no proteicas/gr de nitrógeno. En las segundas, la proporción de proteínas es superior al 18%, con una relación calorico-nitrogenada inferior a 120, lo que las hacen especialmente acosejables en las fases de estrés metabólico.

Las dietas especiales son fórmulas voluntariamente desequilibradas para adaptarse a diversas situaciones metabólicas. El subgrupo denominado como dietas órgano-específicas están diseñadas para contrarrestar las alteraciones metabólicas que acontecen en determinadas disfunciones de órganos individuales, con el objetivo de contribuir a su recuperación funcional. En el mercado se disponen de fórmulas para la insuficiencia renal, insuficiencia respiratoria, diabetes e insuficiencia hepática.

Otro subtipo de fórmulas especiales son las dietas sistema-específicas, cuyo objetivo básico sería el de intervenir en la recuperación funcional global del organismo mediante el aporte de determinados sustratos específicos, los cuales actuarían en la modulación de la respuesta orgánica frente a la agresión, con la doble finalidad de suplir los requerimientos metabólicos y la de reforzar los mecanismos de respuesta defensiva en el estado postagresión. Este tipo de intervención nutricional, denominada también como "inmunonutrición", parece inicidir sobre las complicaciones infecciosas y sus consecuencias (disfunción multiorgánica, estancia hospitalaria, mortalidad, etc.), si bien los beneficios de algunas de estas fórmulas se encuentran todavía en fase de evaluación. Dentro de estas dietas sistema-específicas, o "dietas-fármaco", se incluyen las que poseen aminoácidos de cadena ramificada, arginina, glutamina, nucleótidos, ácidos omega 3 (W-3) o fibra dietética.

Según la densidad calórica, las dietas pueden ser de concentración estándar, cuando aportan entre 1-1,2 kcal/mL, fórmulas concentradas, con 1,5-2 kcal/mL, y fórmulas diluidas, con 0,5 kcal/mL. Las de concentración estándar son de uso más frecuente y las que inicialmente deben emplearse; las segundas estarían más indicadas en los estados hipercatabólicos o cuando se requiere una restricción de fluidos (p.e. en el S.D.R.A.) o de volumen (p.e. insuficiencia renal). Las fórmulas diluidas sólo se aceptan como indicadas en la fase inicial de tolerancia a la NE.

Dependiendo de la osmolaridad, las dietas pueden ser isotónicas (osmolaridad inferior a 350 mOsmol/Kg), moderadamente hipertónicas (osmolaridad entre 350-550 mOsmol/Kg) o hipertónicas (osmolaridad es superior a 550 mOsmol/Kg). En general, en la elección de la dieta, deberia considerarse que su osmolaridad fuera lo más aproximada a la osmolaridad plasmática, es decir, alrededor de 300 mosm/L, ya que las fórmulas hiperosmolares se suelen asociar a una mayor incidencia de retención gástrica y diarrea.

La forma de presentación distingue a las dietas líquidas de las de en polvo para dilución. Las primeras son las de elección, ya que su administración es más cómoda e higiénica, al no precisar practicamente manipulación alguna. Según el origen de los nutrientes de la fórmula, se distinguen los homogeneizados de alimentos naturales, que son los más parecidos a las mezclas de alimentos triturados, al ser elaborados a partir de alimentos naturales, y las dietas de fórmula definida, elaboradas a partir de nutrientes puros obtenidos artificialmente de los alimentos.

Por último, y dependiendo de la forma química de los nutrientes, las dietas pueden clasificarse en poliméricas, oligo-monoméricas o dietas de fórmula definida y dietas modulares.

A.- Dietas poliméricas : Son fórmulas nutricionalmente completas, en los que los tres nutrientes básicos (proteínas, hidratos de carbono y grasas) se encuentran en forma compleja, es decir, en forma de polímeros o macromoléculas. Las proteínas, intactas o parcialmente hidrolizadas, proceden de la ovoalbúmina, lactoalbúmina, caseína, proteínas de la carne y de extractos vegetales, especialmente de la soja. Las grasas se encuentran principalmente en forma de triglicéridos de cadena media (MCT) procedentes de aceites vegetales (fundamentalmente del maíz o la soja) y en menor proporción, aunque suficiente, de triglicéridos de cadena larga (LCT), así como monoglicéridos y diglicéridos (estos dos últimos para mejorar su absorción). Los hidratos de carbono se presentan, en su mayor parte, en forma de polímeros de glucosa obtenidos por hidrólisis enzimática del almidón de maíz, aunque también contienen cierta cantidad de disacáridos y oligosacáridos de la glucosa, sacarosa, fructosa, maltosa y dextrinomaltosa, los cuales contribuyen a mejorar el sabor. Prácticamente todas las dietas poliméricas carecen de lactosa y colesterol, y contienen vitaminas y minerales esenciales. En general, suelen ser isotónicas y su presentacion en forma líquida, mientras que la densidad calórica suele variar entre 0.6, 1.0, 1.5 y 2 Kcal/ml (Tabla 5), siendo el grupo de las que aportan 1 Kcal/ml el más empleado en la práctica clínica.

Estas fórmulas constituyen las dietas por sonda habituales para los pacientes que conservan un tracto gastrointestinal normofuncionante, es decir con función digestiva y absortiva intacta.También son adecuadas como suplementos orales en aquellos pacientes que toleran la dieta oral normal, pero que por presentar unas necesidades nutricionales elevadas, éstas no pueden alcanzarse por dicha vía.

Existen varios aspectos de interés en este tipo de dietas que merece la pena el analizar. Por una parte, es característico su alto contenido en grasa, de forma que representaría una parte importante del total de kilocalorías que aporta. De hecho, el contenido en grasa supone, en la que menos, un 14% (con un 23% como LCT) del total de kilocalorías de la dieta. Se ha propuesto que la reducción de la grasa en las dietas poliméricas podría ser más adecuada, respecto a las dietas de fórmula definida, en pacientes con enfermedad inflamatoria intestinal.

Un grupo especial de dieta polimérica es la diseñada para pacientes con insuficiencia respiratoria hipercápnica que se encuentran bajo soporte ventilatorio mecánico, la cual presenta alto aporte de calorías en forma de grasas, lo que permite una menor producción de dioxido de carbono y, en consecuencia, facilitaría la progresión hacia la desconexión de dicho soporte. Otro grupo de dietas, es específico para la administración intrayeyunal, especialmente en aquellos pacientes con diarrea asociada a la NE. En otras dietas, el contenido calórico no proteico se realiza fundamentalmente a expensas de los hidratos de carbono, y aunque su osmolaridad es superior, por lo general, son bien toleradas cuando se administran por vía intragástrica e intrayeyunal, lo que las hace apropiadas para pacientes con esteatorrea o hiperlipidemia.

De igual importancia al contenido calórico no proteico de la dieta, es su relación con el aporte de proteinas. La formulación en la mayoría de las dietas poliméricas se realiza para proveer, aproximadamente, 6,25 gr de proteína (1 gr de nitrógeno) por cada 150 Kcal, la cual es la que se ha demostrado más eficaz para la obtención de un balance nitrigenado positivo, o lo que es lo mismo, una síntesis neta de proteínas. Si no se aportan los requirimientos calóricos mínimos, el contenido proteico es utilizado como fuente de energía, incrementando la ureagénesis. Las dietas con altas relaciones calorías/nitrógeno son recomendables para pacientes con insuficiencia renal y hepática.

Por otra parte, algunas de estas fórmulas contienen fibra alimentaria añadida, cuya presencia puede ser deseable, sobre todo en pacientes con SN enteral prolongado, pero hay que tener en cuenta que aumentan el coste sin que parezca mejorar el estatus clínico ni metabólico del paciente.5 Además, aumentan la viscosidad e interfieren en la absorción de algunos cationes divalentes como el calcio y el magnesio. Por último, cuando se utilizan estas dietas como único aporte nutritivo, debe valorarse el contenido de selenio de la fórmula, y si fuera necesario suplementar su aporte, ya que la mayoría no cumplen los mínimos requerimientos de aporte diario de selenio.

B.- Dietas oligoméricas, monoméricas o de fórmula definida (Tabla 6): También son fórmulas nutricionalmente completas que contienen macronutrientes y micronutrientes, de forma tal, que no requieren una capacidad digestiva intacta para su digestión y absorción. Los hidrolizados de proteínas se encuentran en forma de oligopéptidos de 2-6 aminoácidos (o aminoácidos libres en el caso de las monoméricas) y poca cantidad de grasa, fundamentalmente en forma de MCT. No obstante, las cantidades de LCT son suficientes como para satisfacer las necesidades de ácidos grasos esenciales y vitaminas liposolubles. Los hidratos de carbono se encuentran en la misma forma que en las dietas poliméricas, y no contienen fibra alimentaria. La osmolaridad de este tipo de formulaciones es más elevada, debido al mayor número de partículas por unidad de volumen, y se suelen presentar en forma de polvo.

Por su rapidez y facilidad de absorción, se encuentran indicadas siempre que existan alteraciones severas del tracto gastrointestinal que, en la actualidad, se reducen a los síndromes de malabsorción secundarios a enfermedad inflamatoria intestinal, síndrome de intestino corto, atresia intestinal, fístula biliar y pancreatitis. Este tipo de dietas, prácticamente, ha desplazado a las dietas denominadas como elementales o monoméricas (constituidas por aminoácidos libres en relación 25:65 entre esenciales/no esenciales, mono o disacáridos y un mínimo de grasa en forma de MCT y ácidos grasos esenciales), al demostrarse su mejor coeficiente de absorción, su menor osmolaridad y su mejor sabor. Otro factor negativo es su escasa palatabilidad, lo que limita su uso como suplemento oral.

Un aspecto de interés es su contenido de sodio, el cual va a condicionar su concentración y, por tanto, el flujo de agua que tendrá lugar en el yeyuno. Así, en los casos de síndrome de intestino corto, especialmente en aquellos con resecciones extensas del colon, el contenido en sodio deberá incrementarse a más de 90 mmol/L para intentar garantizar la absorción adecuada de sodio y agua. De igual forma a como se señaló con las dietas poliméricas, debe considerarse la suplementación de selenio si su aporte a través de estas dietas es insuficiente, y su uso se va a prolongar en el tiempo.

Existe controversia en la utilización de las dietas monoméricas, respecto de las poliméricas o las oligoméricas estándar, en pacientes con hipermetabolismo. Aunque parece que mejoran la síntesis de proteínas hepáticas y presentan una menor incidencia de diarrea, mantienen peor la masa intestinal sin representar de forma adicional una mayor ventaja en cuanto a su absorción. Algo similar parece ocurrir en los pacientes con enfermedad inflamatoria intestinal, sin bien, como se hará mención con posterioridad, con algunas ventajas suplementarias. Por último, se han diseñado dietas de fórmula definida especiales para aquellas patologías en las que los requerimientos nutricionales de aminoácidos se encuentran alterados de una forma específica, como la insuficiencia hepática, la insuficiencia renal y la inmunodepresión asociada a la agresión.

C.- Dietas modulares o módulos nutricionales: Constituidos por un solo tipo de nutriente. Pueden utilizarse para enriquecer una fórmula en un nutriente determinado o para elaborar fórmulas para los pacientes cuyas limitaciones o necesidades no se ajusten a los preparados existentes. Los distintos modulos se diferencian entre sí por el tipo de nutriente que los constituyen, así como por la forma química en que se presentan. Aparte de los preparados de vitaminas y minerales, la industria farmacéutica dispone de módulos de distintos tipos de nutrientes para pacientes con fallo cardíaco, quemaduras, malabsorción, síndrome de intestino corto, trastornos del equilibrio ácidobase y diselectrolitemias (Tabla 7).

El Grupo de Trabajo de Metabolismo y Nutrición de la SEMIUC, teniendo en cuenta las diferentes variables, ha establecido una clasificación de los principales tipos de formulaciones de nutrición enteral según se esquematiza en la Tabla 8.

L'oncologo Franco Berrino su latte, zucchero, proteine: tutto quello che dobbiamo sapere su ciò che mangiamo

Nel nostro mestiere di osteopati molto spesso ci troviamo a dare consigli alimentari ai nostri pazienti, ma soprattutto ci rendiamo conto che gran parte delle disfunzioni viscerali hanno alla base degli errori nell'alimentazione.

Nonostante riteniamo che ognuno debba fare il proprio mestiere, per cui che l'alimentazione debba essere seguita da professionisti, ci piace elencare dei principi imprescindibili che il prof. Franco Berrino, nostro mentore e riferimento scientifico per questa materia, ci ha illustrato personalmente o attraverso dei video che riproponiamo in questo articolo. Su Tuttosteopatia.it più volte ci siamo occupati di alimentazione secondo i principi base del prof. Berrino (vedi sotto gli articoli correlati).

esercizi per dimagrire a circuito

Basta ridurre drasticamente i carboidrati ed eliminare il sale e si perde peso velocemente: già nel giro di 3-4 giorni si perdono 3 kg, di cui 500 circa di carboidrati che erano stivati nei muscoli e nel fegato, e 2,5 kg di acqua extracellulare che serviva per mantenere costante la concentrazione del sodio. Se la dieta è anche ipocalorica (e in genere lo è. Altrimenti che dieta è. ), a questi kg si aggiungono anche 0,5-1 kg di grasso. Mangiare meno significa avere l'intestino mediamente più vuoto. Altri 0,5 kg.

Il risultato è il seguente: la perdita di peso nella prima settimana è eccezionale, e può arrivare a 4-5 kg.

Ovviamente un soggetto che mangia giustamente salato ed è in sovrappeso solo di qualche kg non perderà peso altrettanto velocemente. Comunque, tale perdita di peso è assolutamente fittizia. Dopo la prima settimana, si perde solo il grasso e, se la dieta è troppo restrittiva e senza attività fisica, anche i muscoli. Dunque, dopo la prima settimana la velocità di dimagrimento torna ad essere di 1 kg la settimana, e può arrivare a 2 solo se il soggetto è in sovrappeso di molti kg. Ovviamente, quando il soggetto torna ad assumere una quantità normale di sale e ripristina il glicogeno muscolare, recupererà almeno 2-3 kg: per questo motivo la velocità di dimagrimento iniziale deve essere considerata fittizia.

I dati appena esposti, ricavati da considerazioni teoriche sulla fisiologia umana, sono confermati dalla nostra esperienza sul campo: il nostro servizio di catering dietetico a domicilio Diet to go consente una perdita di peso effettiva di 2 kg per le donne e di 3-4 kg per gli uomini, in due settimane e senza utilizzare alcun trucco di quelli sopra esposti (i nostri menù contengono la giusta quantità di sale e di carboidrati).

Alcuni soggetti maschi in sovrappeso di più di 10 kg hanno perso peso molto velocemente nelle prime due settimane, alcuni dimagrendo fino a 7 kg e soprattutto non riprendendo più i kg persi. Si tratta di eccezioni, soggetti sostenuti da un metabolismo molto attivo nella mobilizzazione dei grassi in risposta ad un abbassamento delle calorie. Se utilizzassimo questi dati per promuovere il servizio cadremmo vittima degli "errori" dei promotori dei vari prodotti per dimagrire: si utilizza un dato eccezionale facendo credere che possa funzionare con tutti.

Tutti gli esperti sono più o meno d'accordo nel considerare in un kg la settimana la massima velocità di dimagrimento a regime. Nella prima settimana, massimo nelle prime due, si possono anche perdere più kg, ma poi se si riesce a mantenere per alcune settimane consecutive l'obiettivo di un kg alla settimana ci si deve considerare fortunati. Infatti non tutti riescono a mantenere questo ritmo e non è nemmeno auspicabile farlo, per i motivi che espongo nel video che trovate qui.

Facendo i conti si può facilmente risalire a questo famigerato kg alla settimana: un kg di grasso corporeo contiene dalle 5000 alle 7000 kcal (perché non è grasso puro: lega a sé una certa quantità di acqua che durante il dimagrimento viene perduta anch'essa), dunque per perderlo in una settimana bisogna riuscire a generare un deficit calorico circa equivalente. E la cosa non è per niente semplice: si tratta infatti di tagliare dalle 700 alle 900 kcal al giorno. Cosa che per molti (soprattutto molte donne) è semplicemente impossibile.

Le calorie del cioccolato: che sia fondente, al latte o bianco poco cambia dal punto di vista calorico. Purtroppo non esiste il cioccolato che fa dimagrire ma lo si può integrare in una dieta, scopriamo come.

Il formaggio di alpeggio o di malga viene prodotto in estate durante i pascoli alpini.

Tutto sul cioccolato: la lavorazione, le tipologie, i valori nutrizionali e le calorie.

Il cioccolato di Modica: un processo a basse temperature fa di questo cioccolato un prodotto unico nel suo genere.

Dopo aver condiviso qui sul blog il metodo con cui sono riuscito a dimagrire velocemente (10 Kg in tre mesi) e mantenere il peso forma nei due anni successivi ho ricevuto una miriade di email con la stessa domanda:

OK, quello che dici ha senso, ma cosa cucini? Quali sono le tue ricette?

Ho così deciso di condividere le ricette che utilizzavo più spesso. In questo articolo troverai:

  • Un riepilogo della dieta che ho seguito per perdere peso.
  • L’elenco completo degli ingredienti che ho utilizzato e il motivo per cui ho scelto tali ingredienti (e scartato altri, come la soia o l’olio di semi).
  • L’elenco completo degli utensili da cucina necessari (ben pochi a dire il vero).
  • Le scuse più comuni inventate da chi vorrebbe provare la dieta ma alla fine rinuncia e la mia risposta a ciascuna di queste scuse.
  • Come “rilassare” la dieta una volta che si sono persi i chili di troppo in modo da mantenere un regime alimentare sostenibile ma che al contempo ti permetta di non riacquistare i chili di troppo. Perché, come sa bene chi ci ha provato, perdere peso è facile. Il difficile è restare magri!
  • Un e-book con l’elenco completo delle ricette che ho utilizzato. Scarico subito iscrivendoti alla newsletter utilizzando questo modulo:
  • Mettiamo subito in chiaro le cose: io non ho inventato niente. Mi sono piuttosto ispirato a “Quattro ore alla settimana per il tuo corpo (4 Hour Body)” di Tim Ferriss, un libro che raccomando a chi voglia approfondire il tema.

    A dire il vero neanche gli autori di questi libri hanno inventato niente. Hanno però avuto il merito di ricompilare informazioni già note, testarle con successo in prima persona, e farle conoscere al grande pubblico (si tratta di due best-sellers, anche se il secondo è un e-book).

    Ecco la dieta (da seguire sei giorni a settimana):

  • Non puoi mangiare nessun alimento processato (fritti, biscotti, zuccheri, bibite, alcool, eccetera).
  • Non puoi mangiare carboidrati bianchi (pane, pasta, riso e patate).
  • Non puoi mangiare frutta o latticini.
  • Il settimo giorno della settimana (io preferivo il venerdì) sfondati di porcherie (pizze, cioccolati, biscotti; è permesso persino l’hamburger di McDonald).
  • Qui trovi le ragioni del perché questa dieta funziona e la maniera migliore per monitorare i tuoi progressi.

    Io tento sempre di rispettare gli orari seguenti:

    Chiaramente i tuoi ritmi possono essere differenti, l’importante è non mangiare fuori pasto.

    cura dimagrante con uva

    una pregunta suuuuper importate!! la sal esta permitida un poco por lo menos? o nada de sal??

    Respondiendo a una duda sobre la falta de carbohidratos. El cuerpo utiliza la Glucosa como fuente de energía, y la síntesis de éste puede ser a partir de la ingesta de alimentos (Glucosa directa), de la transformación de glicógeno en glucosa y de aminoácidos (constituyentes de las proteínas) junto con glicerol.

    Por lo tanto, al no consumir carbohidratos, primero: obligas a tu cuerpo a gastar el glicógeno; segundo: a degradar las grasas y las proteínas (que comerás en esta dieta), para formar glucosa.

    La dieta protéica es ideal para personas que hacen ejercicio o personas que tienen mucho sobre peso y quiere desincharse.

    No es recomendable hacerla por un largo período. Por ejemplo, hacerla un mes y descansar. Obviamente esto no implica comer lo que sea, no. Hacer una dieta equilibrada, entre proteinas y carbohidratos.

    Hola a todos, quisiera por favor que me aclaren cuál es el queso ticota (es el mismo que el ricota. )

    Y quisiera saber también que es el lenguado de papillón… GRACIAS.

    Y el lenguado al papillón o papillote, es lenguado envuelto en papel de aluminio y cocido al horno (se puede hacer solo, aliñado con un poco de limón o ajo y perejil o bien acompañado con verduras, todas dentro del mismo envoltorio). Con este tipo de cocción se evitan las grasas y queda muy rico!

    Me gustaria saber por cuanto tiempo tengo que hacer esta dieta? Para empezar a ver los resultados

    Ese es tu problema que no desayunas ni meriendas hay que tratar de comer cada dos o tres horas primero porque asi la sensacion de ansiedad es menor y porque tomando algun snack entre las principales comidas del dia, aceleras el metabolismo.

    hola que tal, queria preguntar cuan mala es l azucar en esta dieta. porque me encanta la dieta y todos los alimentos que se incluyen aca, pero si hay algo que no puedo superar es el asco que le tengo al edulcorante.

    otra pregunta, que tan malas son las empanadas de carne? yo le pongo salsa de tomate, cebolle verdeo, aji, cane picada y huevo. esta bien? se le puede pone papa? cuantas papas? o nada. cuantos huevos en una docena? ovbiamente no me como yo sola la docena. las empanadas son chicas tipo la salteña y no uso aceite para la cebollita. me como cuatro, esta bien?

    hola!!estoy haciendo la dieta de proteinas y me va muy bien. he perdiso 5 kilos en 1 mes!!genial!!porque he probado un montón de dietas. yo no sigo esta dieta!!mi nutricionista me dijo que podia comer de todo menos fruta y cereales, es decir, carbohidratos!!al no ingerir carbohidratos, los que tenemos almacenados en nuestro cuerpo, los quemamos!!es por eso que adelgazamos ya que quemamos la grasita que tenemos!!podemos comer la cantidad que queremos y no engordamos!!menudos almuerzos y meriendas me pego yo!!pruebalo y verás que gusto:bol lleno de fiambre, cualquier tipo y queso…una vuelta al microondas y mmmm. buenisimo. yo peso 57 kilos. tu tb puedes, animo y suerte. 1

    Se apropie Pastele, cu totii ne dorim sa aratam cat mai bine inainte de a ne intalni cu toti cei dragi noua. Ce ne facem insa daca zilele friguroase de iarna au fost “nemiloase” cu silueta noastra? Atunci, cu siguranta, avem nevoie de un regim alimentar strict, un regim care ne va ajuta sa slabim rapid si sanatos, fara efort prelungit.

    In topul dietelor rapide, apreciate si cautate de catre tot mai multi romani care au probleme cu greutatea, se numara si Dieta hiperproteica. Toti cei care au mai urmat diete de acest fel vor realiza ca acest regim alimentar seamana extrem de mult cu Dieta Dukan sau Dieta Atkins , mai exact cu faza initiala a acestora (cea de atac).

    Urmand Dieta hiperproteica puteti slabi pana la 10 kilograme in doar 2 saptamani, slabirea rapida fiind avantajul principal al acesteia.

    Inainte de a incepe acest regim alimentar trebuie sa va asigurati ca nu aveti probleme de sanatate (cum ar fi: boli cronice, boli inflamatorii, diabet, hipertensiune arteriala), consultul unui medic de specialitate fiind mai mult decat necesar.

    Dupa cum ii spune si numele, Dieta hiperproteica presupune consumul unei cantitati ridicate de proteine (in special cele de origine animala) asadar, daca aveti probleme cu acestea nu trebuie sa urmati acest regim alimentar.

    In cele ce urmeaza o sa va explic pe scurt ce reprezinta proteinele pentru organismul uman si cum ajuta acestea in procesul de slabire. Din cele 20 de molecule (numite aminoacizi) pe care proteinele umane le cumuleaza, 8 sunt considerate esentiale pentru ca organismul nostru nu le poate produce si trebuie sa le ia din alimentatie. Acesti 8 aminoacizi esentiali se regasesc in totalitate in proteinele animale (carne, albusuri de ou si produse lactate), proteinele din plante nu cumuleaza toti acesti aminoacizi esentiali. Un alt avantaj important al aminoacizilor este reprezentat de faptul ca ei nu se depoziteaza in corp ci sunt transformati in enzime, astfel sunt folositi in totalitate pentru diferite procese.

    Fiind lipsit de carbohidrati in timpul dietei, organismul uman incepe sa foloseasca depozitele de grasime deja existente si sa le transforme in glucoza pentru a forma energia necesara functionarii.

    Pentru a digera un gram de proteine organismul nostru consuma 2 calorii, iar daca tinem cont de faptul ca acest gram de proteine contine doar 4 calorii rezulta faptul ca proteinele se claseaza pe prima pozitie in topul nutrientilor cu cele mai putine calorii.

    Chiar daca promite o slabire rapida Dieta hiperproteica nu trebuie urmata pentru o perioada lunga de timp deoarece poate produce diferite carente in organism, cum ar fi cresterea colesterolului “rau” (LDL), dezvoltarea unor boli de inima sau de rinichi, etc.

    Puteti consuma orice tip de carne (pui, curcan, porc, vita, miel, capra, peste, fructe de mare) insa fara grasime, din acest motiv gatitul sanatos este necesar (fiert, abur, gratar, cuptor). Nu doar proteinele obtinute din carne sunt permise, ci si proteinele obtinute din oua sau lactate.

    Pe langa proteine aveti voie sa consumati si: legume verzi (de tipul: castraveti, mazare, dovlecel, salata verde, etc.), cafea sau ceai. Trebuie insa ca legumele consumate sa nu fie gatite cu sare sau ulei, iar cafeaua si ceaiul sa fie indulcite doar cu indulcitori artificiali.

    Trebuie sa stiti ca este interzis consumul zaharului, iar pentru a indulci anumite preparate puteti folosi doar indulcitori artificiali. Pe langa zahar, Dieta hiperproteica cere eliminarea grasimilor, a amidonului (din fructe si legume), iar consumul de sare este limitat.

    Aveti grija la consumul de apa, acesta trebuie sa fie ridicat deoarece consumul ridicat de proteine ingreuneaza functionarea rinichilor.

    Chiar daca promite o slabire rapida si eficienta, Dieta hiperproteica este destul de dificil de urmat (din cauza restrictiilor) si severa cu organismul. Asigurati-va ca sunteti sanatosi inainte de a o urma, inarmati-va cu rabdare si ambititie.

    Pentru a evita instalarea efectului de yo-yo dupa finalizarea dietei trebuie sa aveti foarte mare grija cu alimentele consumate. Este foarte important ca imediat dupa finalizarea dietei sa incercati sa reduceti grasimile si zaharurile, dar si sa continuati sa consumati cu moderatie proteine. Ideal ar fi ca pentru tot restul vietii sa nu faceti excese culinare, sa evitati pe cat posibil mancarurile grele si prajelile, dar si alimentele procesate, dulciurile si bauturile carbogazoase.

    Pe langa un regim alimentar adecvat, atat in timpul dietei cat si dupa finalizarea acesteia, ar trebui sa faceti cat mai multa miscare. In cazul in care nu sunteti adeptul unui sport anume sau nu vreti sa petreceti ore in sir in salile de fitness sau aerobic, atunci ar trebui sa renuntati la scarile rulante si la lifturi, sa faceti zilnic plimbari prelungite (chiar si mersul pe jos ajuta).

    Cat de eficienta a fost pentru voi Dieta hiperproteica si cat de mult v-a ajutat in procesul de slabire? Astept impresiile si sugestiile voastre in legatura cu buna functionare a acestui regim alimentar!

    Alberto Cormillot es un doctor argentino especialista en nutrición y obesidad. En 1966 fundó la Clínica de nutrición y salud Dr. Cormillot, para 1974 ya había dado vida también (junto a ex pacientes) la Fundación ALCO de ayuda para personas con sobrepeso. Pero esto es sólo un poco de historia, los avances de este doctor argentino en lo que concierne a dietas y demás es asombroso y hoy podrás conocer la dieta shock proteica para perder peso elaborada por el Doctor Alberto Cormillot.

    Este doctor argentino también creó el “Instituto Argentino de Nutrición”, donde se cursa la carrera de Instructor de Salud Física y Alimentación además de la de Nutrición. Alberto Cormillot también escribió diversos libros (más de 40) y creó un programa de televisión llamado “Cuestión de Peso”, donde los participantes tienen que perder los kilos que tienen de más.